Fanfic: Despedida de solteiro by SiySimon (Read for Free, 1,332,114 Clicks)

Description: Harry Potter acorda ao lado de Pansy Parkinson logo ap¨®s sua festa de despedida de solteiro em um bar de hotel trouxa. Agora Harry precisa lidar com as consequ¨ºncias dessa noite e descobrir o que aconteceu a Pansy Parkinson, desaparecida desde a guerra. UA* To read in English, translate page, option available on the sidebar on all devices*

Characters: Graphic Depictions Of Violence Rape/Non-Con Major Character DeathPansy Parkinson/Harry Potter Draco Malfoy/Pansy Parkinson Harry Potter/Ginny Weasley Hermione Granger/Ron WeasleyPansy Parkinson Harry Potter Ron Weasley Ginny Weasley Draco Malfoy Hermione Granger Blaise Zabini Daphne GreengrassInfidelity Memory Loss Enemies to Lovers Enemies to Friends Romance Unplanned Pregnancy

Summary: Summary:

Harry Potter acorda ao lado de Pansy Parkinson logo ap¨®s sua festa de despedida de solteiro em um bar de hotel trouxa. Agora Harry precisa lidar com as consequ¨ºncias dessa noite e descobrir o que aconteceu a Pansy Parkinson, desaparecida desde a guerra. UA* To read in English, translate page, option available on the sidebar on all devices*

Notes: Notes:

Os personagens n?o me pertencem.

Chapter 1

Chapter Text
Cap¨ªtulo IUma sardinha prensada numa lata teria mais espa?o do que ela dentro daquele bolo de papel?o! ¨C pensou Pansy Cavendish.Gotas de suor se formavam pelo rosto abaixo e deslizavam entre os seios. E se, por acaso, nunca sa¨ªsse dali? ¨C Ela sorriu nervosa, alisando a frente de seu traje.¨C Ai! ¨C gritou quando uma das falsas moedas de ouro feriu sua m?o. ¨C Maldita fantasia!A fantasia que ela usava consistia em pequenos peda?os de seda vermelha em lugares estrat¨¦gicos e renda transparente que escondia o restante. Um v¨¦u escondia quase que totalmente seu rosto, deixando a mostra apenas os olhos. Uma por??o de rid¨ªculas moedas de ouro estavam pregadas em toda a fantasia e faziam barulho a qualquer movimento. Era uma fantasia de dan?arina do ventre.Pansy suspirou dentro do bolo. Teria que conversar seriamente com Daphne. Ela n?o mencionara aquela fantasia quando a colocou naquele trabalho, nem que ela teria que entrar em um bolo gigante. Dissera apenas que teria que dan?ar a dan?a do ventre para um grupo de pessoas.
Agora ela imaginava o tipo de festa que seria uma despedida de solteiro, j¨¢ havia ouvido falar de festas assim e as perspectivas n?o eram boas. Desejava que esses homens a respeitassem e n?o quisessem v¨º¨Cla nua.¨C Voc¨º est¨¢ pronta? ¨C uma voz estranha sussurrou.
¨C Sim! ¨C murmurou ela.No entanto, ela n?o podia deixar de pensar que queria realmente estar em casa, assistindo tev¨º, exceto pelo fato que ela n?o tinha televis?o. Havia sido vendida semana passada para pagar parte de suas contas.¨C Agora fique em sil¨ºncio ¨C recomendou¨C lhe a voz.Pansy suspirou. Como se o solteiro daquela noite n?o fosse suspeitar que tinha algu¨¦m dentro do falso bolo de papel?o de tr¨ºs andares. S¨® se fosse muito tolo! ¨C Baterei no bolo tr¨ºs vezes. Ser¨¢ a dica para voc¨º pular fora. ¨C disse¨C lhe a voz.Dentro do ex¨ªguo espa?o do interior do falso bolo, ela ouviu portas se abrirem, seguidas por aplausos vigorosos. Com certeza haviam mais de dez homens ali, e somando isso a ¨¢lcool, ela visualizava problemas a frente. Talvez devesse ter considerado aquele trabalho mais cuidadosamente, mas o dinheiro a receber pelo servi?o extra parecia t?o bom que ela n?o pensara em nada mais. Tinha contas a pagar.Toc… Toc… Toc…N?o havia tempo para se preocupar agora. Pansy empurrou a tampa do megabolo, mas nada aconteceu.¨C Voc¨º deve sair agora! ¨C a voz sussurrou com urg¨ºncia.
¨C N?o consigo! ¨C replicou ela.
¨C Ent?o, Rony, voc¨º a amedrontou? ¨C gritou algu¨¦m. Pansy cerrou os dentes e empurrou com toda sua for?a. A tampa saltou e caiu no ch?o com um baque surdo. Que maravilha poder respirar novamente!¨C Da maneira que Rony gosta de doce, talvez ele a conserve para si mesmo, apesar de eu ter certeza de que Hermione n?o iria gostar ¨C algu¨¦m falou e uma risada geral ecoou pela sala.Talvez ficar dentro do bolo n?o fosse t?o m¨¢ ideia, mas ela duvidava que receberia o pagamento para ficar dentro do bolo. Resignada Pansy suspirou e se ergueu, enquanto o olhar varreu a sala precariamente iluminada.Havia talvez doze pequenas mesas cobertas com toalhas brancas e ocupadas por o que ela calculou, uns vinte homens que mantinham os olhos fixados nela. O que a tranquilizou foi ver duas gar?onetes, com pouca roupa claro, movendo¨C se entre as mesas e n?o sendo assediadas. Haveria esperan?a ent?o.¨C Agora prepare¨C se para dan?ar! ¨C sussurrou o homem ao seu lado.Pansy respirou fundo e foi ent?o que fixou o olhar no homem mais intrigante que ela j¨¢ vira. Ele fez seu cora??o acelerar e seu corpo estremecer. Aquele homem causava¨C lhe uma sensa??o de medo e esperan?a ao mesmo tempo. Ela se sentiu confusa. O homem lhe causava um certo nervosismo. Ela pensava conhece¨Clo, mas tinha certeza de que n?o o conhecia. Nunca o tinha visto antes.Percebeu ent?o que o homem a olhava com enfado e mau¨C humor. Nenhum sorriso. Nenhum calor. Se ele n?o queria estar numa despedida de solteiro, por que viera? ¨C ela se perguntou.Tentando se tranquilizar, ela voltou a aten??o para a pequena multid?o ali em frente.¨C DJ, prepare a m¨²sica! ¨C Ela ouviu algu¨¦m gritar para a cabine de som.A algazarra foi geral, aplausos entusiasmados se ouviram.¨C Ent?o quem ¨¦ o sujeito de sorte? ¨C perguntou ela com voz clara.
¨C N?o sei se ele tem sorte, mas o homem que vai se casar est¨¢ ali. ¨C Apontou uma rapaz de dentes proeminentes e apar¨ºncia simples.Pansy olhou para o lugar que ele apontara, em dire??o ao homem intrigante. Talvez ele tivesse boas qualidades, uma vez que estava casando¨Cse, mas algo naquele sujeito a incomodava. Ele era bonito, tinha os cabelos negros, a pele clara, usava uns ¨®culos de aro que lhe dava um ar charmoso e s¨¦rio. Seus olhos eram brilhantes, deviam ser claros, mas eram frios. Ele n?o sorria.De repente a m¨²sica ¨¢rabe se vez ouvir, lenta e sensual.Pansy reprimiu o sentimento de medo que teimava em dominar¨C lhe e com um elaborado gingar dos quadris, saracoteou pela sala, a fim de ficar na frente do indiv¨ªduo. O homem obscuro moveu¨Cse desconfort¨¢vel onde estava e olhava em sua dire??o com o cenho cerrado.Quem em seu ju¨ªzo perfeito se casaria com um sujeito com express?o t?o severa? Ele parecia estar num vel¨®rio e n?o na sua festa de despedida de solteiro. ¨C Pansy pensou.Ela olhou¨Co com silencioso desafio. Tinha um trabalho a fazer e com um leve movimento da cabe?a, atirou seus cabelos castanhos para tr¨¢s e erguendo as m?os acima da cabe?a, ela come?ou o ritual da dan?a. A sala ficou silenciosa, exceto pelo som da m¨²sica ¨¢rabe. Lentamente, ela come?ou a mover¨C se, os quadris ondulando para um lado, enquanto a parte superior do corpo movia¨C se para a dire??o oposta, hipnotizando. Fechando os olhos, Pansy deixou a m¨²sica domin¨¢¨Cla, n?o mais consciente do homem sinistro. Cada vez mais r¨¢pido, o compasso ficou alucinante e ela o acompanhou freneticamente. Seus cabelos esvoa?avam de forma sensual, p¨¦s descal?os rodopiavam pelo ex¨ªguo espa?o no meio da sala. Pansy despejou todas as emo??es nos movimentos r¨ªtmicos, e quando a m¨²sica parou, caiu no ch?o, o peito arfando pelo esfor?o. Primeiro o sil¨ºncio, depois o aplauso atordoador. Ela levantou a cabe?a e encontrou o olhar do homem que iria se casar. Surpreendeu¨C se ao ver que os olhos dele, de um verde intenso, refletiam um desejo expl¨ªcito. Isso fez a pulsa??o dela acelerar¨C se e desejar correr dali o mais r¨¢pido que pudesse. Nunca havia sentido nada parecido.Em vez disso, algu¨¦m a ergueu e deu¨C lhe um copo com bebida, enquanto a conduzia a uma das mesas nos fundos do local. De repente Pansy sentiu a boca seca e enquanto ela procurava restabelecer a respira??o, levantou o v¨¦u e sorveu um gole do l¨ªquido, ch¨¢ gelado. A jovem bebeu todo o copo e outro apareceu magicamente.Pansy sentou¨C se com o rapaz ruivo.¨C Voc¨º dan?a muito bem! ¨¦ uma dan?a muito sensual, desperta certas sensa??es nos homens, nunca tinha visto nada parecido. ¨C o ruivo comentou,
¨C Aprendi a dan?ar com uma prima, ela ¨¦ realmente ¨¢rabe.
¨C Sempre dan?a em despedidas de solteiro?
¨C N?o, hoje foi a primeira vez.
¨C Que sorte a minha ent?o em conseguir contrat¨¢¨Cla! ¨C o ruivo sorriu flertando com ela.
¨C Quem ¨¦ Hermione? ¨C Pansy perguntou curiosa.
¨C Minha esposa! Somos os melhores amigos de Harry, o noivo. Ele vai casar com minha irm? daqui a tr¨ºs semanas!
¨C E voc¨º organizou a festa? Sua irm? n?o vai se zangar? ¨C Pansy tomou mais um gole do ch¨¢ gelado, era uma del¨ªcia.
¨C Ela nem vai saber! ¨¦ coisa de homem. Nosso segredo! ¨C ele sorriu sedutoramente.
¨C Deixe de flertar comigo! Voc¨º ¨¦ casado! ¨C ela comentou rindo. Havia simpatizado com o rapaz ruivo.
¨C ¨¦ apenas isso, um flerte! Amo Hermione e jamais a trairia.Pansy percebeu que j¨¢ tinha bebido quatro copos do bendito ch¨¢ e que se sentia relaxada e calma.¨C As despedidas costumam ser imediatamente antes do casamento, porque demorar?o tr¨ºs semanas para casar?
¨C Por causa do trabalho de minha irm?. S¨® vai conseguir estar livre daqui a tr¨ºs semanas!Pansy sorriu em compreens?o. Seria t?o bom ter um trabalho fixo. Ela observou as pessoas ali. Deviam ter dinheiro. Todos na festa eram bem vestidos e educados, e aquele bar era famoso e caro, ficava em um dos hot¨¦is mais badalados de Londres.¨C Que esp¨¦cie de ch¨¢ ¨¦ este, afinal de contas? ¨C ela perguntou, sentindo alguma dificuldade em focalizar o homem a sua frente e percebendo que o teto da sala girava.O ruivo sorriu e entregou¨C lhe outro copo cheio.¨C Ch¨¢ Hogsmeade ¡ª gritou ele atrav¨¦s do som da m¨²sica alta. Engra?ado, ela nunca ouvira falar na marca. Tomou outro gole e depois olhou em volta, franzindo o cenho quando n?o viu o noivo.¨C Parece que o sujeito que vai se casar j¨¢ foi. Acho que ¨¦ hora de eu partir, tamb¨¦m.Os outros homens estavam em seus pr¨®prios pequenos grupos, todos a ignorando, enquanto o ruivo parecia monopoliz¨¢¨Cla. Aquela era a despedida de solteiro mais misteriosa e esquisita em que ela j¨¢ estivera. Pensando melhor, era a ¨²nica.Ela levantou¨C se da cadeira onde estivera bebericando o ch¨¢. A sala come?ou a girar violentamente. Ent?o voltou a sentar¨C se.¨C Voc¨º est¨¢ bem?
¨C Sinto¨C me meio estranha. Completamente tonta. ¨C Ela piscou duas vezes e depois esfregou os olhos, que estavam emba?ados.O ruivo ficou na sua frente, a express?o preocupada.¨C Deixe¨C me ajud¨¢¨Cla! ¨C ofereceu ele.Pegando sua m?o, Pansy levantou¨C se. As pernas bambeavam. Colocando o bra?o em sua volta, ele a conduziu para a porta.¨C N?o me sinto bem ¨C murmurou ela.
¨C Cuidarei de voc¨º. A prop¨®sito sou Rony! ¨C disse o ruivo.Ela sorriu, mas n?o se apresentou, deixando¨C o gui¨¢¨Cla para fora do bar, em dire??o ao carro, mas ela logo percebeu que ele a estava guiando por um corredor, a porta de seu apartamento ela pensou. Pansy estava confusa, nunca tinha chegado t?o r¨¢pido a seu apartamento, no sub¨²rbio. Devia ter cochilado. Sua aten??o voltou ao presente no momento que o ruivo encostou¨C a contra a parede. Sorrindo, ela correu uma m?o sobre o papel de parede.¨C Olhe, eles mudaram a cor! ¨C comentou ela, sentindo¨C se escorregar para os lados, quando ele a segurou. ¨C Obrigada, muit¨ªssimo obrigada!
¨C Hora de ir para a cama!Sim, era uma boa ideia ¨C pensou ela quando ele a conduziu em dire??o ao quarto, e ela podia jurar que seu quarto era em outra dire??o. Seus olhos estreitaram¨C se quando tentou focaliz¨¢¨Clos no ambiente. Ele empurrou a porta com os p¨¦s para abri¨Cla. O quarto estava t?o escuro que Pansy quase n?o podia achar a cama, e quando a distinguiu vagamente, esta oscilava como se boiasse na ¨¢gua.M?os fortes ajudaram¨Cna a sentar¨C se na cama, arrumando¨C a depois sobre os len?¨®is. Enquanto a porta se fechava a sua frente, Pansy retirou o v¨¦u do rosto, jogando¨C o no que pensava ser seu criado¨C mudo. Presilhas e bot?es foram desabotoados e a fantasia magicamente desapareceu, deixando¨C a confort¨¢vel em sua calcinha e suti? de cerejas. Ela fechou os olhos, adormecendo em seguida.

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